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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2025

Gunma tem recorde de trabalhadores estrangeiros, com vietnamitas em 1º e brasileiros em 2º

O número de empresas que empregam estrangeiros também atingiu o maior número, chegando a 6.344

O número de empresas que empregam estrangeiros também atingiu um recorde

O número de trabalhadores estrangeiros em Gunma atingiu um recorde histórico de 56.938 pessoas, segundo os dados mais recentes de outubro de 2024, um aumento de 13,1% em relação ao ano anterior, informou o Tokyo Shimbun nesta quinta-feira (20), citando dados do Escritório de Trabalho da província.

O número de empresas que empregam estrangeiros também atingiu um recorde, chegando a 6.344, um crescimento de 8,6%.

Em termos de nacionalidade, o Vietnã lidera com 13.402 trabalhadores (23,5% do total), seguido pelo Brasil com 8.728 (15,3%), Filipinas com 6.971 (12,2%) e Indonésia com 5.378 (9,4%).

O Nepal, embora esteja em quinto lugar com 4.406 trabalhadores, registrou o maior crescimento percentual, com um aumento de 44,0%, ultrapassando a China, que perdeu uma posição em relação ao ano anterior.

Por região, a cidade de Ota registrou o maior número de trabalhadores estrangeiros, com 12.682 (22,3% do total), seguida por Isesaki com 11.185 (19,6%) e Maebashi com 9.631 (16,9%).

Em relação aos setores de atividade, a indústria manufatureira empregou 20.632 trabalhadores (36,2%), e o setor de serviços, 18.167 (31,9%), representando juntos quase 70% do total de empregos de estrangeiros.

Quanto ao status de residência, a categoria de longa permanência, que inclui visto permanente, foi a mais numerosa, com 21.767 pessoas (38,2%). Seguiram-se as categorias de residência para atividades profissionais e técnicas, com 12.889 pessoas (22,6%), e o programa de treinamento técnico, com 12.454 pessoas (21,9%).
Fonte: Alternativa

terça-feira, 11 de junho de 2024

Falências em maio passam de 1.000 pela primeira vez em 11 anos

Todas as 10 categorias industriais registaram aumento nas falências em maio

falências corporativas

O número de falências corporativas em maio aumentou 42,9% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o total de 1.009 casos. É a primeira vez em 11 anos que o total passa de 1.000, publicou a Kyodo News.

As empresas enfrentam os aumentos dos custos, a falta de trabalhadores e ainda a necessidade de quitar as dívidas contraídas durante a pandemia de coronavírus.

Seguindo essa tendência, o total neste ano deverá ultrapassar as 10.000 insolvências, o que ocorrerá pela primeira vez desde 2013, quando foram registradas 10.855 , segundo a Tokyo Shoko Research Ltd.

No total, 67 empresas que pediram falência contraíram empréstimo sem garantia nem juros, concedidos pelo governo para ajudar o setor a atravessar a pandemia de coronavírus.

As falências atribuídas aos custos cada vez mais elevados somaram 87.

Outro motivo para as falências foi a desvalorização do iene, causando a elevação dos custos de matérias-primas e de energia, gerando problemas para as pequenas empresas que não conseguem transferir estes custos para os preços.

A Tokyo Shoko Research estima que o número de falências continuará a aumentar, citando que algumas empresas enfrentarão dificuldades de financiamento, e também em razão da recuperação atrasada nos seus negócios.

Todas as 10 categorias industriais registaram aumento nas falências em maio.

Mas o setor de serviços registrou o maior número de casos, com 327 registros, seguido pelo setor da construção, com 193 casos.

Outro dado é que cerca de três quartos do valor global foram falências de pequena escala, onde a dívida era inferior a 100 milhões de ienes (637 mil dólares).
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

Número de trabalhadores estrangeiros no Japão bate recorde: 1,82 milhão

O número de empresas que contratam essa mão de obra também aumentou

trabalhadores estrangeiros no Japão
O Japão atingiu o recorde de mais de 1,82 milhão de trabalhadores estrangeiros em 2022, segundo dados do Ministério do Trabalho, publicou a NHK. 

O órgão informou que no país havia 1.822.725 trabalhadores estrangeiros no final de outubro passado, representando um aumento de 95.504, ou 5,5%, em relação ao ano anterior.

A vinda de trabalhadores estrangeiros segue aumentando desde o início dos registros em 2007. 

A taxa anual de aumento caiu para 0,2% em 2021 devido à pandemia de coronavírus, mas voltou a crescer nos dados mais recentes.

Por nacionalidade, os trabalhadores vietnamitas estão no topo da lista com 462.384, ou cerca de um quarto do total. Cidadãos chineses representam 385.848, seguidos por 206.050 pessoas das Filipinas.

Entre os chamados estagiários técnicos o número foi de 343.254, uma queda de 2,4% em relação ao ano anterior. O total caiu pelo segundo ano consecutivo, possivelmente devido aos controles de fronteira relativos à Covid-19.

Outras nacionalidades não especificadas somam 209.920 pessoas. Os brasileiros estão em quinto lugar, com 135.167 trabalhadores. 

Por província, Tóquio abriga 500.089 trabalhadores estrangeiros, ou 27,4% do total em relação aos 485.382 do ano anterior. Em seguida vem Aichi, que agora tem 188.691 trabalhadores, um aumento de 10,4% em relação ao ano anterior, quando havia 177.769. A terceira província que mais recebeu mão de obra estrangeira foi Osaka, com 124.570, um acréscimo de 6,8% no total de 111.862 do período anterior. 

O total de empresas que empregam os estrangeiros chega a 298.790, enquanto que no ano anterior eram 285.080, estabelecendo um novo recorde. 

Tóquio tem 76.211 dessas empresas que contratam estrangeiros, seguida por Aichi, com 23.850, e Osaka, que tem 23.413. 

O maior número de empresas que contratam trabalhadores estrangeiros é daquelas com menos de 30 funcionários, representando 61,4% do total. 

O maior número de trabalhadores estrangeiros está ligado à indústria de transformação, com 26,6% do total. Outros 18,6% estão em estabelecimentos comerciais de atacado e varejo. 

As autoridades dizem que consultarão as empresas para garantir que os estrangeiros possam trabalhar confortavelmente no Japão, independentemente do idioma ou dos costumes.
Fonte: Alternativa

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Aumenta o número de falências entre abril e setembro no Japão

Das 47 províncias, 29 delas registraram aumento neste tipo de situação, como é o caso de Hokkaido e Quioto

empresas no Japão
O Japão registrou 3.141 falências corporativas entre abril e setembro deste ano, representando um aumento de 6,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo uma pesquisa da Tokyo Shoko Research, publicou a Kyodo News.  

O aumento, o primeiro em três anos, foi atribuído às dificuldades que as empresas enfrentaram em reembolsar a ajuda financeira que receberam do governo em resposta à pandemia de COVID-19.

A Tokyo Shoko Research disse que está observando casos crescentes desde agosto de falências decorrentes dos altos preços das matérias-primas, provocados pela queda do iene em relação ao dólar americano. 

O passivo total deixado pelas empresas falidas no período também cresceu, chegando a 1,74 trilhão de ienes em seis meses. O valor recebeu um forte impulso da Marelli Holdings Co., grande fabricante de autopeças que entrou com pedido de ajuda financeira em junho. 

Por setor, o de transporte registrou mais casos, um total de 162 falências, ou um aumento de 42,1/%, impulsionado pela alta do preço dos combustíveis. 

Já o setor imobiliário teve 104 casos, uma queda de 5,4%, o menor número em 30 anos. 

Entre as 47 províncias, 29 delas, incluindo Hokkaido e Quioto, registraram os maiores números de falências, enquanto outras 16, como Osaka e Hiroshima, observaram uma redução. Shizuoka e Nagasaki apresentaram uma situação estável. 

Somente em setembro, o número de falências no país aumentou 18,6% em relação ao ano anterior, para 599, segundo a empresa de pesquisa. O valor total do passivo foi de 144,87 bilhões de ienes.
Fonte: Alternativa

quinta-feira, 9 de julho de 2020

Falências no Japão relacionadas ao vírus aumentam em junho

O panorama se mantém desolador para os setores de turismo e alimentos, disse a Teikoku Databank
Falências no Japão

Empresas no Japão estão cada vez mais sendo vítimas da pandemia de coronavírus.

Uma pesquisa realizada pela Teikoku Databank descobriu que em junho 113 firmas faliram diretamente como resultado da crise do coronavírus no Japão. Esse é o maior número mensal desde o início da pandemia. Em abril houve 95 falências e em maio 87.

Muitas das empresas estavam nas indústrias do turismo e alimentos. As condições foram particularmente difíceis para empresas de pequeno porte.

Quando incluídas falências de negócios não relacionadas à pandemia, a pesquisa descobriu que em junho o número total de empresas que faliram com dívidas de pelo menos 10 milhões de ienes foi de 806.

A Teikoku Databank disse que o panorama se mantém desolador para os setores de turismo e alimentos devido ao recente aumento de infecções em Tóquio.
Fonte: Portal Mie com NHK

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Japão está pronto para implementar medidas fiscais e monetárias para combater a pandemia, afirma ministro

Governo também irá criar um plano para injetar capital em pequenas empresas atingidas pela Covid-19
Empregos e empresas no Japão

O Japão está pronto para implantar todos os meios de política fiscal e monetária disponíveis para proteger empregos e empresas das consequências crescentes da pandemia de coronavírus, afirmou na terça-feira (19), o ministro da Economia Yasutoshi Nishimura.

“Não é bom que o Japão volte à deflação apenas porque nos preocupamos demais com a saúde fiscal do país”, disse Nishimura em entrevista coletiva, sinalizando sua disposição em aumentar os gastos do governo para amortecer o golpe econômico da pandemia.

O governo também irá criar um conjunto de fundos com instituições financeiras privadas para injetar capital em pequenas e médias empresas que lutam do duro golpe da pandemia de coronavírus, informou o jornal Nikkei nessa terça-feira.

O Japão reservará cerca de 50 bilhões de ienes para o fundo sob um segundo orçamento suplementar para o atual ano fiscal, que será submetido ao parlamento para aprovação em junho, informou o jornal, sem citar fontes.
Fonte: Alternativa