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segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Aumenta o número de falências entre abril e setembro no Japão

Das 47 províncias, 29 delas registraram aumento neste tipo de situação, como é o caso de Hokkaido e Quioto

empresas no Japão
O Japão registrou 3.141 falências corporativas entre abril e setembro deste ano, representando um aumento de 6,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo uma pesquisa da Tokyo Shoko Research, publicou a Kyodo News.  

O aumento, o primeiro em três anos, foi atribuído às dificuldades que as empresas enfrentaram em reembolsar a ajuda financeira que receberam do governo em resposta à pandemia de COVID-19.

A Tokyo Shoko Research disse que está observando casos crescentes desde agosto de falências decorrentes dos altos preços das matérias-primas, provocados pela queda do iene em relação ao dólar americano. 

O passivo total deixado pelas empresas falidas no período também cresceu, chegando a 1,74 trilhão de ienes em seis meses. O valor recebeu um forte impulso da Marelli Holdings Co., grande fabricante de autopeças que entrou com pedido de ajuda financeira em junho. 

Por setor, o de transporte registrou mais casos, um total de 162 falências, ou um aumento de 42,1/%, impulsionado pela alta do preço dos combustíveis. 

Já o setor imobiliário teve 104 casos, uma queda de 5,4%, o menor número em 30 anos. 

Entre as 47 províncias, 29 delas, incluindo Hokkaido e Quioto, registraram os maiores números de falências, enquanto outras 16, como Osaka e Hiroshima, observaram uma redução. Shizuoka e Nagasaki apresentaram uma situação estável. 

Somente em setembro, o número de falências no país aumentou 18,6% em relação ao ano anterior, para 599, segundo a empresa de pesquisa. O valor total do passivo foi de 144,87 bilhões de ienes.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Apenas 8 mil turistas estrangeiros visitaram o Japão em junho e julho

O país recebia mais de 30 milhões de turistas estrangeiros anualmente antes da pandemia

turistas estrangeiros
De acordo com a Agência de Serviços de Imigração, apenas 8 mil turistas estrangeiros visitaram o país em junho e julho.

O arquipélago relaxou seus controles de fronteira anticoronavírus e reabriu para turistas internacionais em 10 de junho pela primeira vez em cerca de 2 anos.

Turistas de 102 países e territórios incluindo EUA, Coreia do Sul e China podem entrar no Japão, mas apenas em grupos de excursão.

Segundo a agência, 252 turistas estrangeiros vieram ao Japão em junho e 7,9 mil em julho.

Autoridades dizem que a razão para o baixo número de turistas estrangeiros é que a China ainda restringe viagens ao exterior pelos seus cidadãos.

Elas também citam o processo demorado necessário para viajar ao Japão, visto que todos os turistas precisam obter visto e apresentar resultado negativo de teste PCR.

Embora o país esteja no meio da 7ª onda de infecções por coronavírus, a indústria do turismo está esperando que um iene mais fraco encoraje mais turistas estrangeiros a visitarem o Japão.

O país recebia mais de 30 milhões de turistas estrangeiros anualmente antes da pandemia.
Fonte: Portal Mie com NHK

quarta-feira, 1 de junho de 2022

Japão emitiu o menor número de vistos em 2021 devido à pandemia

Do total de vistos concedidos em 2021, o Vietnã contou pela maioria

Japão visto
O Japão emitiu 90.306 vistos a cidadãos estrangeiros em 2021, marcando o menor número desde 1999, quando dados comparáveis começaram a ser disponibilizados, devido a restrições de viagem relacionadas à pandemia, disse na terça-feira (31) o Ministério da Justiça.

O número, queda de uma alta recorde de 8.28 milhões no ano pré-pandemia de 2019, superou a baixa recorde anterior de 1.12 milhão no ano de 2020 em 92%, disse o ministério, enquanto a propagação global do coronavírus levou o governo a intensificar as restrições de fronteira sobre chegadas do exterior.

Do total de vistos concedidos em 2021, o Vietnã contou pela maioria, a 15.434, ou 17%, seguido pela China com 12.768, ou 14%.

Os EUA, enquanto isso, contaram por 9,2 mil vistos emitidos, ou 10%. As Filipinas e a Coreia do Sul ficaram com 5.406 e 4.671, ou 6 e 5 por cento, respectivamente.

O Japão começou a relaxar de forma gradual suas restrições de fronteira para colocá-las em linha com as de outras nações do G7 após fechar efetivamente suas portas para estrangeiros não residentes a fim de prevenir um aumento nas infecções por covid-19.
Fonte: Portal Mie com Mainichi