A expectativa de receber yonseis brasileiros, peruanos e outros era de 4 mil por ano, o que ficou bem aquém. Governo considera abrandar o processo
Em praticamente um ano, até 17 de junho, foram apenas 43 vistos para yonsei emitidos, ou 1% da expectativa de 4 mil anuais.
Atendendo ao pedido da Associação Kaigai Nikkeijin Kyokai o Ministério da Justiça decidiu facilitar o processo incluindo os descendentes de quarta geração no visto chamado tokutei katsudo (特定活動), em julho do ano passado.
No entanto, limitou a idade na faixa dos 18 a 30 anos e um dos requisitos é a comprovação do nível de proficiência do idioma japonês é o 4.
Essa associação aponta que não poder chamar a família e o nível 4 de proficiência sejam as barreiras pelo baixo interesse por parte dos yonseis, além da restrição da faixa etária.
Segundo informação da agência de notícias Jiji, de domingo (11), a Agência dos Serviços de Imigração do Japão considera abrandar os requisitos, baseada nas questões apontadas pela associação. Um deles poderá ser a flexibilidade em relação à comprovação de conhecimento do idioma japonês.
Por outro lado, embora pareça que é difícil permitir a extensão do período de permanência e a chamar a família, a questão é como aumentar o número de yonseis.
Fonte: Portal Mie com Jiji
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terça-feira, 13 de agosto de 2019
terça-feira, 27 de novembro de 2018
Yonseis no Brasil expressam revolta com as exigências para obter visto no Japão
Jornal Asahi conversou com descendentes de quarta geração em São Paulo
Em março deste ano, o Japão iniciou os procedimentos para conceder vistos aos descendentes de quarta geração, atendendo a um desejo antigo na comunidade e gerando expectativas em muitos jovens no Brasil, que almejavam uma oportunidade de viver no país dos bisavôs ou bisavós.
O governo esperava receber cerca de 4 mil “yonseis” por ano, mas as exigências, que incluem limite de idade, conhecimento de japonês e impossibilidade de trazer a família, acabou com o sonho de muitos que ansiavam pela oportunidade.
Até meados de outubro, o governo havia concedido vistos de quarta geração para apenas duas pessoas no Brasil. A questão não foi apenas a baixa concessão, mas também o fato de o governo ter recebido poucas solicitações, já que poucas pessoas conseguiram cumprir todas as exigências.
Uma reportagem do jornal Asahi conversou com yonseis em São Paulo para entender as dificuldades e ouviu queixas e revoltas com relação as condições impostas, exigências que nunca foram cobradas dos descendentes de segunda ou terceira geração, que passaram a vir ao país no fim da década de 1980.
A brasileira de 4° geração, Harumi Togawa, de 26 anos e que reside em Peruíbe, no interior de São Paulo, contou ao jornal que foi convidada para um grupo de mais de 100 yonseis na região, organizado pelo aplicativo de mensagens Whatsapp.
“Não há um yonsei na região que esteja estudando japonês, ou seja, não tem uma pessoa por aqui apta a solicitar este visto”, lamentou.
A proposta de visto lançada pelo governo tem prazo máximo de 5 anos e permite ao yonsei trabalhar livremente no país, através de uma autorização de “atividade especial”.
Além de cumprir as necessidades de mão de obra no país, o visto também tem como objetivo conceder a oportunidade de aprender japonês e conhecer a cultura do Japão, mas exigências como a proficiência do idioma em nível básico, colocou obstáculos para aqueles que estavam interessados na solicitação.
Outro obstáculo para a obtenção do visto foi a impossibilidade de levar a família. Togawa, que veio ao Japão com os pais quando era adolescente e chegou a cursar o koukou (ensino médio) no país, voltou ao Brasil após a crise de 2008.
A brasileira, que consegue se comunicar em japonês, possui uma filha de dois anos e disse que gostaria de voltar ao Japão, educar a filha no país e trabalhar, mas não pode solicitar o visto por não ser permitido levar a família junto.
Sua tia, Kelly Hokama, de 38 anos e que também é yonsei, expressou o desejo de trabalhar no Japão pelos filhos e a indignação com o visto. “Um decasségui é uma pessoa que possui uma família para sustentar. É absurdo que só aceitem o yonsei que esteja disposto a viver longe da família”, comentou ao jornal.
Para Kelly, não levar a família não foi a única exigência que não pôde cumprir, mas também a idade. O visto de yonsei pode ser concedido apenas para pessoas de 18 a 30 anos.
Yoshiki Watanabe, de 24 anos e que trabalha em uma empreiteira na cidade de São Paulo, contou sobre a decepção de muitos descendentes na região. “Recebemos muitas consultas sobre este visto novo, mas até agora não houve nenhuma inscrição”, lamentou.
Watanabe também é de quarta geração e morou no Japão com os pais entre os 10 e 14 anos, mas voltou ao Brasil como consequência da crise de 2008. Apesar de ter o nível 1 da proficiência em japonês e utilizar o idioma com frequência no trabalho, a brasileira confessa que também não poderia solicitar o visto com as exigências atuais.
“Meu sentimento é de estar sendo vigiada. É como se o governo japonês estivesse jogando na nossa cara. ‘Vocês queriam o visto, não é mesmo?’”, desabafou.
Fonte: Alternativa
Em março deste ano, o Japão iniciou os procedimentos para conceder vistos aos descendentes de quarta geração, atendendo a um desejo antigo na comunidade e gerando expectativas em muitos jovens no Brasil, que almejavam uma oportunidade de viver no país dos bisavôs ou bisavós.
O governo esperava receber cerca de 4 mil “yonseis” por ano, mas as exigências, que incluem limite de idade, conhecimento de japonês e impossibilidade de trazer a família, acabou com o sonho de muitos que ansiavam pela oportunidade.
Até meados de outubro, o governo havia concedido vistos de quarta geração para apenas duas pessoas no Brasil. A questão não foi apenas a baixa concessão, mas também o fato de o governo ter recebido poucas solicitações, já que poucas pessoas conseguiram cumprir todas as exigências.
Uma reportagem do jornal Asahi conversou com yonseis em São Paulo para entender as dificuldades e ouviu queixas e revoltas com relação as condições impostas, exigências que nunca foram cobradas dos descendentes de segunda ou terceira geração, que passaram a vir ao país no fim da década de 1980.
A brasileira de 4° geração, Harumi Togawa, de 26 anos e que reside em Peruíbe, no interior de São Paulo, contou ao jornal que foi convidada para um grupo de mais de 100 yonseis na região, organizado pelo aplicativo de mensagens Whatsapp.
“Não há um yonsei na região que esteja estudando japonês, ou seja, não tem uma pessoa por aqui apta a solicitar este visto”, lamentou.
A proposta de visto lançada pelo governo tem prazo máximo de 5 anos e permite ao yonsei trabalhar livremente no país, através de uma autorização de “atividade especial”.
Além de cumprir as necessidades de mão de obra no país, o visto também tem como objetivo conceder a oportunidade de aprender japonês e conhecer a cultura do Japão, mas exigências como a proficiência do idioma em nível básico, colocou obstáculos para aqueles que estavam interessados na solicitação.
Outro obstáculo para a obtenção do visto foi a impossibilidade de levar a família. Togawa, que veio ao Japão com os pais quando era adolescente e chegou a cursar o koukou (ensino médio) no país, voltou ao Brasil após a crise de 2008.
A brasileira, que consegue se comunicar em japonês, possui uma filha de dois anos e disse que gostaria de voltar ao Japão, educar a filha no país e trabalhar, mas não pode solicitar o visto por não ser permitido levar a família junto.
Sua tia, Kelly Hokama, de 38 anos e que também é yonsei, expressou o desejo de trabalhar no Japão pelos filhos e a indignação com o visto. “Um decasségui é uma pessoa que possui uma família para sustentar. É absurdo que só aceitem o yonsei que esteja disposto a viver longe da família”, comentou ao jornal.
Para Kelly, não levar a família não foi a única exigência que não pôde cumprir, mas também a idade. O visto de yonsei pode ser concedido apenas para pessoas de 18 a 30 anos.
Yoshiki Watanabe, de 24 anos e que trabalha em uma empreiteira na cidade de São Paulo, contou sobre a decepção de muitos descendentes na região. “Recebemos muitas consultas sobre este visto novo, mas até agora não houve nenhuma inscrição”, lamentou.
Watanabe também é de quarta geração e morou no Japão com os pais entre os 10 e 14 anos, mas voltou ao Brasil como consequência da crise de 2008. Apesar de ter o nível 1 da proficiência em japonês e utilizar o idioma com frequência no trabalho, a brasileira confessa que também não poderia solicitar o visto com as exigências atuais.
“Meu sentimento é de estar sendo vigiada. É como se o governo japonês estivesse jogando na nossa cara. ‘Vocês queriam o visto, não é mesmo?’”, desabafou.
Fonte: Alternativa
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segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
Visto para yonsei a caminho da realidade
O formato do visto para yonsei está desenhado e será submetido a comentário público. Deverá ser implementado ainda neste ano fiscal
O Ministério da Justiça anunciou nesta segunda-feira (22) que apresentará em breve um novo sistema de visto. Ele permitirá ao jovem descendente de quarta geração – yonsei – trabalhar no Japão.
A previsão é de permitir a entrada de 4 mil por ano. As condições são as que já foram amplamente divulgadas como idade na faixa entre 18 a 30 anos. Que venha com apresentação de emprego e tenha familiares residindo no país para que possam servir de suporte para a residência e subsistência, também nos procedimentos junto ao Departamento de Imigração.
No período compreendido entre 23 deste mês a 21 de fevereiro o ministério deverá submeter esse desenho ao comentário público, ou public comment, em inglês. Em concordância com o resultado, deverá implementar o novo visto até o final de março deste ano.
Apesar de ter a finalidade de promover o intercâmbio entre as sociedades nikkei do Brasil ou do Peru e do Japão, há vozes que apontam que o novo visto possa ser usado para garantir mão de obra barata.
A expectativa é de permitir a entrada de nikkeis de quarta geração de países como o Brasil e Peru, onde há grande comunidade nipo brasileira. Deverá ser enquadrado como visto para atividades específicas (特定活動, lê-se tokutei katsudo), permitindo o trabalho por 5 anos no Japão.
Um dos requisitos será a comprovação do conhecimento do idioma japonês, através do teste de proficiência da língua, nível 4.
Fonte: Portal Mie com Nikkei Shimbun
O Ministério da Justiça anunciou nesta segunda-feira (22) que apresentará em breve um novo sistema de visto. Ele permitirá ao jovem descendente de quarta geração – yonsei – trabalhar no Japão.
A previsão é de permitir a entrada de 4 mil por ano. As condições são as que já foram amplamente divulgadas como idade na faixa entre 18 a 30 anos. Que venha com apresentação de emprego e tenha familiares residindo no país para que possam servir de suporte para a residência e subsistência, também nos procedimentos junto ao Departamento de Imigração.
No período compreendido entre 23 deste mês a 21 de fevereiro o ministério deverá submeter esse desenho ao comentário público, ou public comment, em inglês. Em concordância com o resultado, deverá implementar o novo visto até o final de março deste ano.
Apesar de ter a finalidade de promover o intercâmbio entre as sociedades nikkei do Brasil ou do Peru e do Japão, há vozes que apontam que o novo visto possa ser usado para garantir mão de obra barata.
A expectativa é de permitir a entrada de nikkeis de quarta geração de países como o Brasil e Peru, onde há grande comunidade nipo brasileira. Deverá ser enquadrado como visto para atividades específicas (特定活動, lê-se tokutei katsudo), permitindo o trabalho por 5 anos no Japão.
Um dos requisitos será a comprovação do conhecimento do idioma japonês, através do teste de proficiência da língua, nível 4.
Fonte: Portal Mie com Nikkei Shimbun
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Empresário japonês defende nikkeis como mão de obra altamente qualificada
O presidente do conselho da Mitsui Bussan defende a aceitação dos nikkeis no Japão e fala também sobre o visto do yonsei
Masami Iijima, foi o 11º presidente e é o atual presidente do conselho da gigantesca Mitsui Bussan, uma das maiores do Japão. Em entrevista publicada pelo jornal econômico Nihon Keizai, ele defende a aceitação dos nikkeis como mão de obra altamente qualificada.
Na matéria publicada nesta quarta-feira (18), ele abre fazendo uma explicação. A América Latina é distante do Japão, mas as empresas japonesas de comércio exterior e investimentos, estão em posição de vantagem em comparação com as de outros países. Existem cerca de 2,1 milhões de descendentes de japoneses nessa área, dos quais 1,9 milhão vivem no Brasil.
“Como membro da reunião de especialistas do Ministério das Relações Exteriores, participei da elaboração de recomendações sobre a colaboração com a sociedade nikkei. Na minha visão, em algum momento, no lugar de apoiar os nikkeis, o Japão esteve numa posição ‘do lado de dar’. O apoio subsequente é certamente necessário, mas, a partir de agora, as empresas japonesas estarão cada vez mais dispostas a receber a colaboração dos nikkeis. Do ponto de vista da igualdade, é indispensável cooperar com a sociedade nikkei”, explicou.
“Quando o primeiro-ministro Shinzo Abe visitou o Brasil em 2014, falou com pessoas usando a palavra ‘juntos’ em português ou 共に (tomoni) em japonês. A colaboração com os nikkeis é essencial para que o Japão estabeleça relações estreitas com os países das Américas Central e do Sul. E é importante apontar para uma relação win-win”, relembrou.
Visto de permanência para o yonsei
O governo japonês analisa na direção do aumento da empregabilidade do nikkei de quarta geração ou yonsei. Apesar de ser um assunto positivo, há necessidade da aceitação dos nikkeis como recursos humanos altamente qualificados e não simplesmente para ‘preencher a falta de mão de obra’, analisa o empresário.
“Para potencializar essa força de trabalho, como organização empresarial, não pensar em aceitá-los somente como funcionários locais (no Brasil) e sim, pensar no caminho de contratação pela matriz japonesa. Se eles possuem raízes japonesas e com facilidade para criar afinidades com o Japão, não há porque não empregá-los. Deveríamos aumentar ativamente o recrutamento dos nikkeis”, pontuou.
Valorização dos nikkeis
Iijima prossegue com sua explicação. “Quando se fala em nikkeis, hoje se vê aumento dos de quarta e quinta gerações (yonsei e gosei). Para essas pessoas, é importante introduzir atividades para a compreensão do que é o Japão. É preciso usar os recursos como bolsas de estudo e programas de treinamento para convidá-los a virem ao Japão. Para isso é necessário ter espírito de cooperação, como preparar materiais didáticos em português”, analisa.
Sob seu ponto de vista, “nos últimos anos, a economia brasileira entrou em queda devido ao enfraquecimento dos recursos e da turbulência política. Assim, os investimentos e comércio exterior do Japão caíram repentinamente. No entanto, o Brasil ainda é o maior país da América do Sul e há muitas áreas em que as empresas japonesas podem cooperar, nos setores como o da agricultura, recursos, infraestrutura e indústria.”
“Atualmente, o Keidanren procura expandir o intercâmbio econômico entre os dois países através do Comitê Econômico Brasileiro no Japão. Mas, paralelamente, o intercâmbio de recursos humanos também deve ser aumentado e, nesse sentido, acredito que os nikkeis possam cumprir um papel importante”, finalizou.
Fonte: Portal Mie com Nihon Keizai Shimbun
Masami Iijima, foi o 11º presidente e é o atual presidente do conselho da gigantesca Mitsui Bussan, uma das maiores do Japão. Em entrevista publicada pelo jornal econômico Nihon Keizai, ele defende a aceitação dos nikkeis como mão de obra altamente qualificada.
Na matéria publicada nesta quarta-feira (18), ele abre fazendo uma explicação. A América Latina é distante do Japão, mas as empresas japonesas de comércio exterior e investimentos, estão em posição de vantagem em comparação com as de outros países. Existem cerca de 2,1 milhões de descendentes de japoneses nessa área, dos quais 1,9 milhão vivem no Brasil.
“Como membro da reunião de especialistas do Ministério das Relações Exteriores, participei da elaboração de recomendações sobre a colaboração com a sociedade nikkei. Na minha visão, em algum momento, no lugar de apoiar os nikkeis, o Japão esteve numa posição ‘do lado de dar’. O apoio subsequente é certamente necessário, mas, a partir de agora, as empresas japonesas estarão cada vez mais dispostas a receber a colaboração dos nikkeis. Do ponto de vista da igualdade, é indispensável cooperar com a sociedade nikkei”, explicou.
“Quando o primeiro-ministro Shinzo Abe visitou o Brasil em 2014, falou com pessoas usando a palavra ‘juntos’ em português ou 共に (tomoni) em japonês. A colaboração com os nikkeis é essencial para que o Japão estabeleça relações estreitas com os países das Américas Central e do Sul. E é importante apontar para uma relação win-win”, relembrou.
Visto de permanência para o yonsei
O governo japonês analisa na direção do aumento da empregabilidade do nikkei de quarta geração ou yonsei. Apesar de ser um assunto positivo, há necessidade da aceitação dos nikkeis como recursos humanos altamente qualificados e não simplesmente para ‘preencher a falta de mão de obra’, analisa o empresário.
“Para potencializar essa força de trabalho, como organização empresarial, não pensar em aceitá-los somente como funcionários locais (no Brasil) e sim, pensar no caminho de contratação pela matriz japonesa. Se eles possuem raízes japonesas e com facilidade para criar afinidades com o Japão, não há porque não empregá-los. Deveríamos aumentar ativamente o recrutamento dos nikkeis”, pontuou.
Valorização dos nikkeis
Iijima prossegue com sua explicação. “Quando se fala em nikkeis, hoje se vê aumento dos de quarta e quinta gerações (yonsei e gosei). Para essas pessoas, é importante introduzir atividades para a compreensão do que é o Japão. É preciso usar os recursos como bolsas de estudo e programas de treinamento para convidá-los a virem ao Japão. Para isso é necessário ter espírito de cooperação, como preparar materiais didáticos em português”, analisa.
Sob seu ponto de vista, “nos últimos anos, a economia brasileira entrou em queda devido ao enfraquecimento dos recursos e da turbulência política. Assim, os investimentos e comércio exterior do Japão caíram repentinamente. No entanto, o Brasil ainda é o maior país da América do Sul e há muitas áreas em que as empresas japonesas podem cooperar, nos setores como o da agricultura, recursos, infraestrutura e indústria.”
“Atualmente, o Keidanren procura expandir o intercâmbio econômico entre os dois países através do Comitê Econômico Brasileiro no Japão. Mas, paralelamente, o intercâmbio de recursos humanos também deve ser aumentado e, nesse sentido, acredito que os nikkeis possam cumprir um papel importante”, finalizou.
Fonte: Portal Mie com Nihon Keizai Shimbun
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