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quarta-feira, 16 de abril de 2025

Taxa de emplacamento de veículos sobe em várias províncias do Japão a partir de maio

O ajuste se deve ao aumento nos custos de matérias-primas e mão de obra

Taxa de emplacamento de veículos
A partir de 1º de maio, as taxas para emissão de placas de veículos (ナンバープレート交付手数料) serão reajustadas em várias províncias, incluindo Aichi, Shizuoka e Nagano, devido ao aumento nos custos de produção, especialmente para placas com números iluminados (字光式).

Os valores variam de acordo com a província.

Em Aichi, por exemplo, as placas comuns com números pintados (ペイント式) para veículos de passeio subirão de 1.460 ienes para 1.980 ienes, enquanto as iluminadas terão um aumento expressivo, passando de 2.870 ienes para 5.840 ienes.

Para veículos leves do tipo kei (軽自動車), as placas pintadas terão um reajuste de 1.470 ienes para 2.100 ienes, e as personalizadas aumentarão de 4.180 ienes para 5.600 ienes.

Algumas províncias, como Gunma, Tochigi, Ibaraki, Saitama e Tóquio, já tiveram seus reajustes aplicados a partir de 7 de abril. A província de Kanagawa terá o aumento a partir de 1º de maio.

O ajuste se deve ao aumento nos custos de matérias-primas e mão de obra, além da necessidade de garantir recursos para reajustes salariais no setor.
Fonte: Alternativa 

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Capacete para andar de bicicleta: 13 províncias com lei revisada

Em 13 províncias a lei revisada da obrigatoriedade ao esforço em usar o capacete para andar de bicicleta já está em vigor

Lei em vigor em 13 províncias
A Agência Nacional de Polícia do Japão (NPA) divulgou que apenas 4%, ou 665, de um total de 16.435 usuários de bicicleta usaram capacete em 13 províncias nos meses de fevereiro e março.

São 13 das 47 províncias que estão com a nova regulamentação da obrigação de se esforçar (努力義務, lê-se seiryoku gimu) para usar o capacete para usar a bicicleta como meio de locomoção, a partir de 1.º de abril.

Dentre as 13 províncias há algumas onde o número de residentes brasileiros é elevado.

  1. Saitama
  2. Chiba
  3. Tóquio
  4. Kanagawa
  5. Shizuoka
  6. Aichi 
  7. Quioto
  8. Osaka
  9. Hyogo
  10. Okayama
  11. Hiroshima
  12. Fukuoka
  13. Kumamoto

Os ciclistas de Kumamoto mostraram ser os mais colaborativos, com 7,8%; seguidos de Tóquio (5,6%) e Okayama (4,3%). Os de Hyogo são os menos, com apenas 1,9%.

É importante usar o capacete para andar de bicicleta?
O uso do capacete não é obrigatório, mas é um item que ajuda a prevenir lesões graves em caso de acidente. Essa nova revisão da lei é uma forma de proteger os usuários de bicicleta.

Segundo os dados da polícia da cidade de Aomori, em 2018 ocorreram acidentes envolvendo bicicletas, os quais causaram 26 mortes. Dentre eles, apenas um usava capacete.

“Embora existam pessoas (de bicicleta) que morreram de ferimentos letais na cabeça, também há casos em que o uso de capacete salvou suas vidas, então quero pedir para usá-lo para se proteger”, disse o gerente do departamento de trânsito da polícia de Toyama.
Fonte: Portal Mie com JNN, Tulip TV, ANN, NHK e Tokyo Shimbun

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

Aumenta o número de falências entre abril e setembro no Japão

Das 47 províncias, 29 delas registraram aumento neste tipo de situação, como é o caso de Hokkaido e Quioto

empresas no Japão
O Japão registrou 3.141 falências corporativas entre abril e setembro deste ano, representando um aumento de 6,9% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo uma pesquisa da Tokyo Shoko Research, publicou a Kyodo News.  

O aumento, o primeiro em três anos, foi atribuído às dificuldades que as empresas enfrentaram em reembolsar a ajuda financeira que receberam do governo em resposta à pandemia de COVID-19.

A Tokyo Shoko Research disse que está observando casos crescentes desde agosto de falências decorrentes dos altos preços das matérias-primas, provocados pela queda do iene em relação ao dólar americano. 

O passivo total deixado pelas empresas falidas no período também cresceu, chegando a 1,74 trilhão de ienes em seis meses. O valor recebeu um forte impulso da Marelli Holdings Co., grande fabricante de autopeças que entrou com pedido de ajuda financeira em junho. 

Por setor, o de transporte registrou mais casos, um total de 162 falências, ou um aumento de 42,1/%, impulsionado pela alta do preço dos combustíveis. 

Já o setor imobiliário teve 104 casos, uma queda de 5,4%, o menor número em 30 anos. 

Entre as 47 províncias, 29 delas, incluindo Hokkaido e Quioto, registraram os maiores números de falências, enquanto outras 16, como Osaka e Hiroshima, observaram uma redução. Shizuoka e Nagasaki apresentaram uma situação estável. 

Somente em setembro, o número de falências no país aumentou 18,6% em relação ao ano anterior, para 599, segundo a empresa de pesquisa. O valor total do passivo foi de 144,87 bilhões de ienes.
Fonte: Alternativa

quarta-feira, 28 de abril de 2021

Japão planeja gastar ¥500 bilhões para ajudar empresas afetadas pelo 3º estado de emergência

O país declarou emergência até 11 de maio para combater uma quarta onda de infecções

ajudar empresas
O governo do Japão planeja gastar ¥500 bilhões (US$ 4,59 bilhões) em reservas para ajudar empresas atingidas pelas restrições adotadas durante o terceiro estado de emergência que começou a vigorar no último domingo em Tóquio, Osaka, Hyogo e Quioto, informou a agência de notícias Kyodo nesta quarta-feira (28).

O Gabinete deve aprovar os gastos na sexta-feira (30), acrescentou a Kyodo, sem citar fontes.

O Japão declarou estado de emergência até 11 de maio para combater uma quarta onda de infecções por variantes do coronavírus, mas as medidas poderão ser prolongadas se os casos de Covid-19 não diminuírem nesse período.

Nas províncias onde o estado de emergência está vigorando, muitos estabelecimentos não estão funcionando, incluindo shopping centers, lojas de departamento, cinemas e restaurantes que servem bebidas alcoólicas.
Fonte: Alternativa com Reuters

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Tóquio mantém alta taxa de infecção por coronavírus e várias províncias registram recordes

Japão rejeitou o conselho do painel de adiar o programa Go To Travel
Tóquio

O governo de Tóquio informou às 15h desta quinta-feira (30) que estava para confirmar pelo menos 367 novas infecções por coronavírus, o que seria um novo recorde, segundo a NHK. O número total será divulgado mais tarde.

Entre os infectados estão pessoas de ambos os sexos na faixa dos 10 aos 90 anos de idade, sendo que aqueles entre os 20 e 30 anos de idade compõem 64% do total.

Outras províncias apresentaram resultados preliminares.

Aichi fechou a quinta-feira com pelo menos 153 novas infecções, mantendo mais de 100 casos pelo terceiro dia consecutivo, totalizando 1.605 pessoas.

Chiba confirmou 49 casos, agora chegando ao total de 1.611 infectados, o mesmo número registrado por Okinawa, que totaliza 324 pessoas com Covid-19.

Hyogo confirmou 53 pessoas com coronavírus, sendo a primeira vez que esse número passa de 50 em um dia, totalizando agora 1.158 pacientes.

Uma empresa de construção naval em Kumamoto informou que 50 funcionários testaram positivo para a Covid-19, e com base nisso está tomando providências para evitar a disseminação do vírus. 

Sem viagens
O governo central foi aconselhado por um painel de especialistas a adiar o programa de promoção de turismo Go To Travel, mas rejeitou esse conselho.

Shigeru Omi, chefe do subcomitê de vírus de um painel de especialistas do governo, fez a observação em uma reunião do comitê parlamentar em resposta a uma pergunta de Motohisa Furukawa, do Partido Democrata para o Povo da oposição.

"Aconselhei o governo a adiar sua decisão, pois vi a necessidade de preparar uma explicação convincente apoiada por evidências, analisando os resultados de pesquisas epidemiológicas" sobre a situação de infecção por coronavírus do país, disse Omi.

O conselho não foi aceito, acrescentou.

Com base nas discussões do subcomitê em 16 de julho, o governo decidiu iniciar o Go To Travel em 22 de julho, conforme programado, excluindo viagens de e para Tóquio.

O programa visa apoiar a indústria do turismo por meio de descontos e cupons subsidiados pelo governo.

Omi disse que havia concordado com a exclusão de Tóquio, na reunião de 16 de julho, porque a capital estava em um nível totalmente diferente de outros lugares em termos de propagação de infecções.

Na reunião parlamentar de quarta-feira, o ministro do Turismo, Kazuyoshi Akaba, disse que deseja que Tóquio seja incluída no programa se a situação da infecção melhorar.
Fonte: Alternativa